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O Basenji está entre as mais primitivas raças do mundo. Originário da África Central, também era conhecido como o Terrier do Congo, sendo utilizado na caça. Exploradores europeus conheceram a raça no Congo e no Sudão no século XIX. Os primeiros Basenjis chegaram à Inglaterra em 1895, mas morreram de cinomose. Somente na primeira metade do século XX conseguiu-se com sucesso começar a criação da raça fora da África.
O Basenji é uma raça com características bastante peculiares e ainda pouco conhecida no Brasil. Os cães da raça não latem, porém emitem ruídos como pequenos uivos. As fêmeas desta raça só entram no cio uma vez por ano, e os filhotes devem ser educados e treinados, caso contrário podem se tornar destrutivos. Devem ser exercitados diariamente.
Além disso, o Basenji tem o costume de lamber o corpo, como fazem os gatos — o que faz com que seja uma raça de fácil manutenção. Inteligente e ativo, ele é brincalhão e apegado ao dono.
O Basenji está propenso a apresentar as seguintes doenças:
Síndrome de Fanconi
Patologia que compromete o funcionamento dos rins.
Atrofia progressiva da retina
Perda gradativa da visão, que acontece a partir dos primeiros seis meses de idade e para a qual não existe tratamento. Caracterizada pela degeneração progressiva da retina, pode levar à cegueira.
Enteropatia do Basenji
Doença característica da raça que acomete o trato gastro-intestinal.
| RESUMO
DAS CARACTERÍSTICAS |
| Nacionalidade: |
Zâmbia |
| Classificação: |
Companhia |
| Porte: |
Pequeno |
| Altura
Máxima: |
43.2 cm |
| Altura
Mínima: |
40.6 cm |
| Peso
Máxima: |
11 Kg |
| Peso
Mínimo: |
10 Kg |
| Cor: |
Bicolor e tricolor |
| Temperamento: |
Dominante |
| Treinabilidade: |
Teimoso |
| Espaço
Necessário: |
Médio |
| Tempo
de Exercícios Diários: |
35 min. |
| Tamanho
do Pelo: |
Curto |
| Frequencia
de Troca de Pelo: |
Frequente |
| Necessidade
de Tosa: |
Não |
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